Quem Somos

Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
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A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
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A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

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baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
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A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
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uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
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quisesse implantar-se em Portugal.

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baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
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A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
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A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
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uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
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quisesse implantar-se em Portugal.

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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
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Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
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Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
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quisesse implantar-se em Portugal.

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da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
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uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
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baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
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quisesse implantar-se em Portugal.

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baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
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Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
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A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.

Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Início da construção da primeira obra ganha pela empresa:
Barragem de Odivelas – primeira barragem, em toda a Europa,
a adotar o modelo de abóbadas múltiplas de dupla curvatura;
A obra começou em janeiro de 1969 e nela ficaram visíveis a
excelência do trabalho feito, a paixão dos técnicos envolvidos
na obra e a capacidade de gerar o retorno do capital investido,
pela empresa, passando esta a ser o cartão de visita para futuros
projetos de qualidade.
Construção do empreendimento projetado pelo Gabinete da Área
de Sines – Águasines.
Este empreendimento destinava-se a assegurar o abastecimento de
água às instalações do complexo portuário, desviando parte
do caudal do rio Sado, levando-o à Barragem de Albufeira, ao
longo de uma extensão de 40 km.
Foi necessário construir uma conduta forçada de 3 km, proceder à
abertura de um túnel de 13 km e desenhar um caudal de
mais 24 km.
Este empreendimento colocou a Zagope no grupo das grandes
empresas de engenharia pesada em Portugal.
Início da primeira empreitada no Aeroporto de Santa Catarina, na
Madeira.
Construção e Prolongamento de Segurança da Pista 06 e 24 -
Ampliação da Plataforma de estacionamento de Aeronaves do
Aeroporto do Funchal – Madeira
- Início da Primeira Obra para o Metropolitano de Lisboa: Linha de Sete Rios/Laranjeiras;
A empreitada consistiu na construção das galerias até à estação do Centro Administrativo
que fica localizada junto à Rua dos Soeiros e incluí também os toscos da Estação das
Laranjeiras e a terraplanagem geral para execução da Avenida Principal do Centro Administrativo.
Aquisição da Zagope pelo Grupo brasileiro Andrade Gutierrez.
Até esta data, a atividade da Zagope tinha por foco obras hidráulicas, pontes e viadutos e estradas,
limitando-se ao mercado português.
Confortada com o apoio financeiro e experiencia técnica proveniente do grupo, a Zagope pode lançar-se
para outras áreas de atuação. O objetivo era, agora, começar a construir mais estradas, túneis, portos e aeroportos.
Adjudicação da primeira obra Internacional na Mauritânia
Obras de Conservação e Reforço das Estradas - Nouakchott - Boutilimit e Aleg – Boghé,
que compreendia serviços de terraplenagem, pavimentação, obras de arte correntes e drenagem.
Início da primeira fase da Ampliação da Pista do Aeroporto da Madeira
A empreitada consistiu na ampliação da pista do Aeroporto da Madeira,
por forma a torna-lo num aeroporto de padrão internacional.
Esta obra prima de engenharia nacional, ganhou o prémio Secil em 2000.
A IABSE – International Association for Bridge and Structural Engineering
atribuiu em 2004, também a esta empreitada, o prémio de Estruturas de Excelência.
Em novembro de 2000, a empresa alterou a sua designação social para
ZAGOPE – CONSTRUÇÕES E ENGENHARIA, S.A.
Objetivo prioritário da empresa: Internacionalização
A partir de 2002, com a economia nacional adormecida devido aos
cortes orçamentais, a internacionalização passou a ser um
objetivo prioritário e a empresa procurou dotar-se de meios para dar
corpo a essa estratégia, que se viria a concretizar dois anos mais tarde;
Entrada nos mercados Internacionais: Angola, Argélia e Guiné Equatorial
Construção e Reabilitação de estradas em Angola, Construção da Plataforma e Pista
do Aeroporto de Mongomeyen e Estrada de Acesso ao Aeroporto, na Guiné Equatorial
e a Construção da Barragem de Boussiaba, na Argélia.
Entrada em novo mercado: Espanha
Plataforma de Corredor Norte-Noroeste de Alta Velocidade EJE:
Ourense - Santiago. Tramo: Ourense - Lalin, Subtramo: Ourense - Amoeiro
e mais tarde Construção do Túnel de Novelle e Túnel de Fonte Quente,
no âmbito do projeto da Linha de Alta Velocidade
Entrada em novo mercado: Congo
Obras de Reabilitação e Pavimentação da Ligação NKombo-Moukondo, a Brazzaville.
Entrada em novo mercado: Camarões
Construção da Via Rodoviária no troço Garou Boulaï-Ngaoundere, com uma extensão de 85,235 Km
Mudança da empresa para a nova Sede: Lagoas Park, em Oeiras Entrada em novos mercados: Mali e Moçambique
Obras de Reabilitação / Construção da Estrada Goma Coura - Tombouctou - Lote 1 : Goma Coura - Lere (165 Km) (Mali)
Obras de Reabilitação das Estradas N380, R762, R775 e R1260, entre Oasse e Mocímboa da Praia, Palma e Namoto,
na Província de Cabo Delgado (Moçambique)
Início da empreitada de Construção de 7 Centrais Térmicas de
Produção de Energia Elétrica, a diesel, com potência instalada
efetiva de 185 Mw, em Angola.
Entrada em novo mercado: Líbano.
Assinatura do contrato referente à empreitada de Construção da Barragem Janna e Lago, no Rio Ibrahim - Fase II
Divulgação e implantação do Programa de Compliance e Integridade.

Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
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da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
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A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
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da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
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quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
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da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
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Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
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A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
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da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
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quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
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da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

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Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
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uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
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quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
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(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
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Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
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quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
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Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
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Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
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A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
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quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

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uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
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quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
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da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.
Fundação, em janeiro de 1967, com a designação Empresa Geral
de Obras Públicas Terrestres e Marítimas - Zagope, S.A.R.L;

A criação da Zagope foi fruto do acaso e de uma vontade. O acaso quis que
uma firma francesa ligada à engenharia de barragens, Entreprises de
Grands Travaux Hydrauliques (EGTH), associada à portuguesa Luso-Dana
na construção da Barragem do Távora, em Moimenta da Beira, finda a obra,
quisesse implantar-se em Portugal.

A vontade veio do Eng.º Manuel Gomes da Costa que, apesar dos altos e
baixos da conjuntura, soube manter a direção da empresa e levou-a, no final
da década de 1980, depois de se desligar do Grupo Francês Bouygues
(grupo que absorveu as firmas francesas que estiveram na origem da
Zagope), ao encontro do Grupo Andrade Gutierrez, de que hoje faz parte.

O nome da empresa resulta de um acrónimo, formado o a partir do vocábulo
Empreza, a que se juntaram as primeiras letras de “Geral de Obras Públicas”.

Sobre Nós

Fundada em 1967 como uma empresa especialista em obras públicas, a ZAGOPE – CONSTRUÇÕES E ENGENHARIA, S.A., ocupa hoje um lugar de destaque no panorama da engenharia e construção, em projetos estruturantes no sector publico e privado tanto a nível nacional como internacional, sobretudo nos últimos anos, tendo executado grandes projetos de infraestruturas em países de economias emergentes.

Com sede em Portugal, a ZAGOPE é a entidade responsável pelas operações do Grupo ANDRADE GUTIERREZ nos mercados da Europa, África e Ásia, tendo ao logo do seu percurso de sucesso executado diversas obras emblemáticas, tais como a Barragem de Odivelas em Ferreira do Alentejo, a Ampliação da Pista do Aeroporto do Funchal na Ilha da Madeira, diversas estações do Metropolitano de Lisboa, a duplicação da estação Metropolitana do Marquês de Pombal (Rotunda) e Prolongamento da sua linha até ao Largo do Rato, em Lisboa, diversos projetos rodoviários em Portugal, tais como a Conceção , Projeto, Expropriações, Construção, Fornecimento e Montagem de Equipamentos das Auto-Estradas do Douro Litoral, a Construção do Viaduto Transrhumel (Constantine) e Trabalhos de Toscos, colocação de via e 3º carril da Extensão (A): Place Émir Abdelkader-Place des Martyrs da 1ª linha do Métro de Argel, na Argélia.

Construir com rigor, inovação, segurança, respeito pelo meio ambiente e cumprindo integralmente as legislações vigentes em cada um dos mercados em que atuamos, permite à ZAGOPE concretizar grandes projetos que promovem a melhoria da qualidade de vida de milhões de pessoas.

Construir o progresso com ética é uma tarefa que nos orgulha, uma missão que assumimos de olhos postos no mundo de amanhã.

CONHEÇA ALGUNS DOS NOSSOS PROJETOS

História

Fundada em janeiro de 1967, como Empresa Geral de Obras Públicas Terrestres e Marítimas – Zagope S.A.R.L., a atual ZAGOPE – CONSTRUÇÕES E ENGENHARIA, S.A., viu a denominação social alterada após a sua aquisição pelo Grupo Andrade Gutierrez.

Em 1969 a Zagope ganhou a sua primeira obra: a Barragem de Odivelas, sendo que nela ficou visível a excelência do trabalho feito, passando esta obra a ser o cartão de visita para futuros projetos de qualidade.

Em 1988 a empresa foi adquirida pela Construtora Andrade Gutierrez, liderada pelo Grupo Brasileiro Andrade Gutierrez SA e começou a diversificar a tipologia de projetos executados, tais como metros, aeroportos, túneis, etc, consolidando assim, nos anos que se seguiram, a sua posição no mercado nacional da construção civil e obras públicas.

A partir de 2002 a internacionalização passou a ser um objetivo prioritário e a empresa procurou dotar-se de meios para dar corpo a essa estratégia, que se concretizou em 2005, com a entrada no mercado Angolano, sendo que no presente, e de acordo com a estratégia definida já se encontra implementada em diversos países, nomeadamente Mauritânia, Moçambique, Argélia, Guiné Equatorial, Congo, Camarões, Mali, Líbia, Ghana, Líbano, Espanha, em várias tipologias de obras (estradas, barragens, viadutos, aeroportos, túneis, metros, etc), tendo sabido ao longo deste tempo ajustar-se às flutuações económicas dos diversos mercados, procurando promover soluções de negocio ajustadas a cada economia.

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